You say my dreams, they make you worry
I'm wishing things that are too far for us to hope
You pull me close and whisper softly
How much you love me and I hold you right back
You say my dreams, they make you wonder
I'm wishing things not even angels could hope for
And you're afraid I'll become a drifter
Away from whatever became of our love
But baby, when I dream
I do get lost in it
I fall into the places you refuse to see
And they're beautiful and free
Oh, when I dream, my heart, it goes on fire
And I don't want to hide it
How could you deny it?
It's just a dream
Underneath this stillness
I swim a troubled sea
(David Fonseca)
Perdida há alguns anos, em bom estado mas já com algum uso. Não sei onde a guardei, e não sei como a encontrar.
Muitos encontram a deles nas pequenas coisas em seu redor. Já tentei, não dá... outros têm musas, também as tive mas não chega. Mas Afinal, o que raio é a ispiração? É realmente assim tão necessária para escrever?
Já lá vão umas linhas sem uma pinga de inspiração... será a falta dela "inspiração" também? Ou estarei inspirado sem saber que estou? As palavras saiem da minha cabeça e vão-se escrevendo atraves das teclas, mas as Ideias são minhas!
Ou seja, continuo à procura da inspiração, mas pelos vistos não preciso dela... ou o facto de andar com um caderno sempre atrás implica que esteja à espera que ela apareça assim do nada?
Entretanto vou escrevendo, até que entenda realmente o que é estar inspirado...
Tonight, the air is cold. My bed is freezing. Where are you? I feel the loneliness of my empty bed, whithout you by my side...
"Stay tonight" I say. But you can't...
" Ill Stay tomorrow" You say...
But I want you to stay forever... forever with me, lying here by my side...
.... Will you?
good evening
we're going to have some changes around here,
this night no longer belongs to you
cus now the dj is taking over...
over your head...
over your body...
over your soul....
because tonight
the dancefloor is your world
And the booth is your universe...
And we all.... Become.... one.
We all become one.
we all become one.
forget everything you ever known...
Cus tonight
We all become one.
we all become one.
tonight
the evening is ours
the drums become stronger
the the snare becomes agressive
but we all become one.
we all become one.
forget your work, forget your house, your boy or girl
forget your world
tonight, your world is your dancefloor
because we all become one.
we all become one.
The Dj, the lights, the music, the drugs, the love.
it all become one.
forget you mommy and daddy, they are not here.
only those who know.
not your teacher, not you boss, just us, right here
where we all become one.
we all become one.
We can feel inside of us what im telling you
it cannot be told, only felt
the feelings going around, around and around your body and soul
thats when, and only then
that
we all become one.
yes
we all become one.
Sempre gostei de escrever. estilistica ou factual, ambas, com as suas diferenças, sempre me fizeram pegar num papel e numa caneta e escrever. Neste caso, escrever por escrever, ou por obrigação, não era o importante, mas algo que notei foi a diferença entre escrever num papel e escrever num teclado... Juro que ao início, as ideias não em fluíam no teclado. Enquanto estagiei numa rádio, todas as peças que escrevia, todos as edições que tinham de ser digitalizadas, antes tinham de ser escritas no papel, para as ideias ganharem forma. Lembro-me do tempo que perdia a passar tudo o que tinha escrito á mao para o teclado. Lembro-me de pensar para comigo "porque? porque nao consigo escrever logo directamente no Word?" :) Já falei desta situação com alguns amigos, e muitos me dizem o mesmo, que quando estavam na universidade, o facto de escreverem as coisas no papel os fazia fixar as mesmas, e que se fizessem os apontamentos no computador já nao retiam metade das coisas. Porque é que será assim? No meu caso, gosto da caneta, gosto da minha caligrafia feia e tipo primária, não tão má como as dos médicos, mas muito lá perto.
Será que isto é o principio do fim da escrita, como a conhecemos? o formato digital vem pra ficar, mas escrita, no seu verdadeiro sentido, a nossa assinatura no Bilhete de identidade, tudo isto a ser substituidos por codigos binários... mas continuaremos a escrever as nossas cartas de amor, os nossos cartoes de boas festas tudo á mao, ou o hi5 e o facebook são o futuro de toda essa industria de papel e de cartoes bonitos com bonecada pa nos alegrar? Sem duvida que as arvores saiem a ganhar, e nós? Actualmente já temos os putos na escola a escrever em magalhaes, as cartas foram substituidas por e-mails e seu sei que pareço um pouco conservador, deiam-me teclas, mas nao me tirem o Papel e a Caneta!
E as coisas pequenas? São elas que fazem as grandes valer a pena! Infelizmente são também as que nos passam mais despercebidas...
Uma Chuva molha parvos, o cheiro a terra humida que faz lembrar o Outono, fechar os olhos e sentir o calor do sol na cara, já ninguém liga a isso. Andamos muito ocupados com a roupa que vestimos, com o telemóvel topo de gama, mas com as cores do arco íris, as folhas que caiem em vários tons e tamanhos, os pombos que se cruzam conosco todos os dias, as coisas pequenas que só sentimos falta quando nas tiram...
Será que sentimos? Será que só agimos, ou somos forçados a agir?
Sintam, vivam o pequeno... com o pequenos se faz o Grande!!
JT
Todos os dias sofro de um Enjoo Matinal. Acordo bem, mas assim que saio porta fora fico indisposto. Nao mald-disposto, indisposto. Indisposto a lidar com o devaneio matinal da cidade. O vai e vem dos comboios, o "enlatamento" no metro, as caras sisudas logo de manhã, tudo isto me deixa indisposto...
Mas uma manhã destas não acordo. Sonho uma manhã diferente. Sonho um dia tratado em Photoshop, um céu azul nunca visto, sorrisos contagiantes de carruagem a carruagem, um nascer do sol em tons rosa e dourado technicolour... filas de trânsito reduzidas a nada, pessoas a trabalhar felizes... o cruzar na rua e dizer "bom dia" a estranhos que nos respondem igual com um sorriso nos lábios... o dia perfeito...
E de repente acordo. Chove lá fora. As buzinas fazem-se ouvir e a vida da cidade nao me deixa dormir.... Entao, levanto-me. Acordo bem, mas assim que saio porta fora, fico indisposto...
JT
All I see are sad faces
wandering around this lonely places
Moving around, pushing and ranning into eachother
In times like these, ill go undercover...
Moving all day, this robotic mob
carring their bodies from one place to another
Throwing angry stares in their way to their jobs
these are the (bad) things that makes us grow older...
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